Embora preveja um aumento nas vendas (8%), a Goldman Sachs antevê uma quebra nos resultados líquidos da Jerónimo Martins na ordem dos 16% e em consequência passou a avaliar as acções da retalhista em 4,20 euros, dos anteriores 6,50. Face à cotação actual (5,05) a margem de queda situa-se nos 16%.