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sexta-feira, 24 de outubro de 2008

Tombos gigantes

O site Motley Fool fez contas aos PER* de algumas das maiores cotadas no Dow Jones e concluiu que ainda haverá margem para (grandes) descidas.
Empresas como a Yahoo, Apple, Bank of America, Pfizer e Starbucks podem descer ainda mais de 50% face aos valores actuais.

*PER = Price earnings ratio, é um indicador bolsista obtido através da divisão do valor da acção pelo valor do lucro por acção. Teoricamente até há pouco tempo uma empresa com um PER inferior a 14 pontos podia ser considerada barata porque era aquele o valor médio das acções a nível mundial. Historicamente o PER médio durante tempos de crise situa-se nos 8 pontos.

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Dow por aí abaixo

Na opinião de um estratega bolsista da empresa Miller Tabak & Co. contactado pela Bloomberg, o Dow Jones poderá cair no próximo ano até aos 5000 pontos, valor 41% abaixo do actual nível.
O Dow Jones atingiu o seu máximo em Outubro de 2007, com o indíce a atingir os 14164 pontos.
Segundo ainda este especialista, os analistas estão a sobrevalorizar os lucros das empresas cotadas no S&P500, apontando para ganhos de 90 dólares por acção quando na realidade este valor deverá ficar-se pelos 60 dólares.
O Dow Jones está actualmente nos 8367 pontos.

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sexta-feira, 10 de outubro de 2008

Buffet ás compras

Numa altura em que os indices de confiança dos norte-americanos atingiram os valores mais baixos de sempre, com 6 em cada 10 americanos a acreditar que se avizinha uma grave depressão económica, Warren Buffet, o homem mais rico do mundo, está comprador no mercado. Buffet referiu que daqui a 5 ou 10 anos iremos olhar para trás e apercebermo-nos das excelentes compras que poderiamos ter feito. Buffet investiu recentemente 5 biliões de dólares no banco Goldman Sachs, e pode muito bem estar a seguir uma das máximas de Sir John Templeton, considerado por muitos como o mais importante investidor de todos os tempos. Templeton foi capaz de arriscar e comprar acções de 104 empresas no ponto máximo do péssimismo, quando em Abril de 1939 rebentava a II Guerra Mundial e os mercados afundavam a pique. Nos meses e anos seguintes os mercados recuperariam e a fortuna de Templeton aumentaria exponencialmente.

Os gráficos do indice Dow Jones Industrial que a seguir apresentamos foram retirados do Yahoo Finance e servem de comparação entre as principais situações de crise vividas no mercado accionista norte americano ao longo da sua história.










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sexta-feira, 20 de junho de 2008

Previsões catastróficas

O Royak Bank of Scotland avisou ontem os seus clientes para a eminência de um crash global nos mercados de acções e de crédito que deverá ocorrer durante os próximos três meses.
Um dos estrategas do banco aconselha a todos se preparem pois aproximam-se tempos muito difíceis.
Poderá assistir-se ainda a um rally, provavelmente em Julho, mas em Setembro o Dow Jones poderá já estar a perder até 1050 pontos, com efeitos devastadores sobre a Europa e os mercados emergentes.
Neste momento assiste-se a um efeito irónico na economia porque é precisamente o crescimento económico de alguns países, principalmente os asiáticos, que está a catapultar os níveis de inflação e irá despoletar a crise anunciada. Menos crescimento precisa-se!
Ainda para o Royak Bank of Scotland, o FED está actualmente a funcionar em modo “Pânico”, obcecado com os preços da energia, menosprezando os efeitos da inflação. Este banco prevê grandes descidas no preço do petróleo durante o próximo ano.

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quinta-feira, 3 de abril de 2008

A pior crise desde a Grande Depressão de 1929

George Soros afirmou ontem que apesar da recuperação verificada nos últimos dias nos mercados accionistas, estão ainda longe de estarem ultrapassados os efeitos da crise do subprime, sendo portanto de esperar novas quedas nos índices. Ao comparar o actual momento com a Grande Depressão de 1929, Soros vai assim mais longe que Greenspan que por seu turno comparou o actual momento menos bom da economia como o pior desde a 2ª guerra mundial.
O período da Grande Depressão durou cerca de um ano, depois do crash bolsista de Outubro de 1929. Desde 1921 que se assistia a um período de fortes ganhos na bolsa de Nova York com o índice Dow Jones a escalar dos 60 para os 400 pontos. Após o crash, o índice recuaria para os 125 pontos, encetando depois uma lenta recuperação que duraria 26 anos. Só em 1955 o índice americano alcançaria novamente os valores verificados em 1929.
O actual momento bolsista parece ser caracterizado por um evidente período de bear market embora distinto do verificado aquando da Grande Depressão, sem as disparidades especulativas que se verificavam então nos fundamentais das empresas, sem as assimetrias entre os mercados, a bolsa e a economia real.
Depois de um período bull iniciado no ano 2003, após um período de baixa acentuado pelo ataque do 11 de Setembro que fez com que o índice Dow Jones recuasse até aos 8000 pontos, após quase 5 anos de subida, o Dow fixou-se em 2007 num novo máximo de mais de 14000 pontos. Desde essa altura, no final do Verão do ano passado, o mercado apresenta sinais evidentes de tendência negativa no médio prazo.
Actualmente o índice Dow Jones situa-se nos 12550 pontos.

No gráfico os 5 anos de bull-market, e o inicio de um novo período bear... Até quando ?

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Metais preciosos

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