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sábado, 27 de dezembro de 2008

10 previsões do UBS para 2009

  1. Petróleo pode afundar até aos 20 dólares
  2. Fed não compra dívida das empresas
  3. Ouro vai descer até aos 300 dólares
  4. Mercados emergentes não recuperam
  5. Empresas com maiores quedas em 2008 recuperam em 2009
  6. Não haverá um "feriado fiscal" decretado por Obama
  7. Percentagem de falências não irá subir muito
  8. Inflação próxima do zero
  9. Economia mundial com crescimento negativo
  10. Dólar em mínimos históricos
 Artigo completo aqui.

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sexta-feira, 26 de setembro de 2008

Recessão à vista

O JPMorgan prevê que os EUA entrem em recessão já no final do presente trimestre com economia a registar crescimento zero. O FED deverá efectuar um corte na taxa de juro em Dezembro, em cerca de 50 pontos base, para 1,5% portanto. Há um ano a taxa de juro situava-se nos 5,25%.

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quarta-feira, 24 de setembro de 2008

12 meses para sair da crise

Para o BNP Paribas estamos actualmente a atravessar o momento mais severo da crise. A primeira subida da taxa de juro da Reserva Federal deverá ser o pontapé de saída para o seu fim. A poeira deverá assentar em meados de 2009. A taxa de juro americana deverá então situar-se próxima dos 4,50% ou 4,75% (actual 2%). O sistema bancário Europeu não deverá ser afectado pela actual crise financeira.

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segunda-feira, 15 de setembro de 2008

A falência do Lehman Brothers e a seguinte

Os rumores já circulavam há algumas semanas em Wallstreet: um grande banco americano iria apresentar falência nos próximos tempos. A julgar pelo gráfico a um ano, o sentimento pessimista que contagiou a generalidade do mercado, era bem evidente nas cotações do Lehman Brothhers desde Fevereiro de 2008, altura em que atingia o seu valor mais alto das últimas 52 semanas nos 67,73 dólares.
Depois das quedas abruptas da semana passada e depois da declaração de falência, hoje os títulos descem 95% para os 18 cêntimos de dólar.

O Lehman apresentou perdas de $6.5 biliões de dólares desde o início do ano quando em igual período do ano passado os ganhos chegavam aos $887 milhões de dólares.

Em meados de Agostos todos os principais bancos de investimento reviam em baixa as suas previsões para os resultados do Lehman Brothers. A Standard & Poor's manteve a sua recomendação de "Manter" para as acções do banco.

Em 28 de Agosto a Keefe, Bruyette & Woods Inc. reviu em baixa a sua avaliação para as acções da Lehman Brothers de 33 para 20 dólares, numa altura em que as acções cotavam nos 14 dólares.

A próxima vítima da crise de crédito americana pode ser o gigante segurador American International Group. Segundo o site Portfolio, esta companhia pediu recentemente um financiamento de curto prazo à Reserva Federal Americana no montante de 40 biliões de dólares. Os prejuízos este ano alcançaram os 13 biliões de dólares nos primeiros 6 meses do ano. As acções num ano já perderam em bolsa 90% do seu valor.

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Dinheiro mais barato nos EUA

Segundo a Bloomberg, após os ultimos acontecimentos (falência da Lehman Brothers) a Reserva Federal (Fed) norte-americana poderá baixar já amanhã a taxa de juro dos 2% para os 1,75%. A probabilidade do dinheiro ficar amanhã "mais barato" é agora de 86%.

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quinta-feira, 17 de julho de 2008

FED não sobe juros

Os operadores dos contratos de futuros dizem ser de 93% a probabilidade do FED não aumentar as taxas de juro (actualmente 2%) na próxima reunião de 5 de Agosto.

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sexta-feira, 20 de junho de 2008

Previsões catastróficas

O Royak Bank of Scotland avisou ontem os seus clientes para a eminência de um crash global nos mercados de acções e de crédito que deverá ocorrer durante os próximos três meses.
Um dos estrategas do banco aconselha a todos se preparem pois aproximam-se tempos muito difíceis.
Poderá assistir-se ainda a um rally, provavelmente em Julho, mas em Setembro o Dow Jones poderá já estar a perder até 1050 pontos, com efeitos devastadores sobre a Europa e os mercados emergentes.
Neste momento assiste-se a um efeito irónico na economia porque é precisamente o crescimento económico de alguns países, principalmente os asiáticos, que está a catapultar os níveis de inflação e irá despoletar a crise anunciada. Menos crescimento precisa-se!
Ainda para o Royak Bank of Scotland, o FED está actualmente a funcionar em modo “Pânico”, obcecado com os preços da energia, menosprezando os efeitos da inflação. Este banco prevê grandes descidas no preço do petróleo durante o próximo ano.

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Diferença entre taxas de juro perigosa

O Morgan Stanley acredita que a diferença de taxas de juro entre o FED e o BCE poderá ter graves consequências no sistema financeiro global, provocando uma crise monetária na Europa.
Nas palavras do Morgan Stanley, a anunciada subida para Julho das taxas de juro europeias poderá ter um “efeito catastrófico”.

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quinta-feira, 15 de maio de 2008

O regresso do dólar

Segundo um analista contactado pela Bloomberg, o mínimo histórico do dólar face ao euro não vai ser repetido. Segundo este especialista, o mercado já começa a descontar a percepção de que a economia americana está a aproximar-se do fundo e com a FED a sinalizar o fim das descidas das taxas de juro, irá assistir-se a uma recuperação do dólar.

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Melhoria nos mercados

Ben S. Bernanke, o presidente da Reserva Federal declarou hoje que a turbulência nos mercados está a passar.

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quarta-feira, 30 de abril de 2008

Boa altura para comprar acções

Sempre que se verificaram ciclos de descida nas taxas de juro decretados pelo FED, a bolsa subiu em média 12,1% após o ultimo corte. Com o fim à vista do actual ciclo de cortes (com a taxa nos 2%, prevê-se ainda uma descida de mais 25 pontos base), o JPMorgan acredita ser portanto uma boa altura para investir em acções. A reforçar esta ideia está também o facto de, nos períodos eleitorais norte-americanos, tradicionalmente as bolsas subirem. Também se tem verificado que durante os mandatos de presidentes democratas, a bolsa apresenta uma melhor performance.

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quarta-feira, 23 de abril de 2008

Euro sempre a subir

O ABN Amro considera que não se pode excluir a possibilidade do euro chegar aos 1,70 dólares. A actual diferença nas taxas de juro de 2% entre a Europa e os EUA, que poderá ainda acentuar-se ainda mais com uma nova descida a decretar pelo FED, está a contribuir para a canalização de investimento para a Europa, ajudando à valorização da moeda única.
O euro negoceia hoje nos 1,60 usd.

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Metais preciosos

Energia

 

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