- Petróleo pode afundar até aos 20 dólares
- Fed não compra dívida das empresas
- Ouro vai descer até aos 300 dólares
- Mercados emergentes não recuperam
- Empresas com maiores quedas em 2008 recuperam em 2009
- Não haverá um "feriado fiscal" decretado por Obama
- Percentagem de falências não irá subir muito
- Inflação próxima do zero
- Economia mundial com crescimento negativo
- Dólar em mínimos históricos
sábado, 27 de dezembro de 2008
10 previsões do UBS para 2009
sexta-feira, 26 de setembro de 2008
Recessão à vista
O JPMorgan prevê que os EUA entrem em recessão já no final do presente trimestre com economia a registar crescimento zero. O FED deverá efectuar um corte na taxa de juro em Dezembro, em cerca de 50 pontos base, para 1,5% portanto. Há um ano a taxa de juro situava-se nos 5,25%.
quarta-feira, 24 de setembro de 2008
12 meses para sair da crise
Para o BNP Paribas estamos actualmente a atravessar o momento mais severo da crise. A primeira subida da taxa de juro da Reserva Federal deverá ser o pontapé de saída para o seu fim. A poeira deverá assentar em meados de 2009. A taxa de juro americana deverá então situar-se próxima dos 4,50% ou 4,75% (actual 2%). O sistema bancário Europeu não deverá ser afectado pela actual crise financeira.
segunda-feira, 15 de setembro de 2008
A falência do Lehman Brothers e a seguinte

Depois das quedas abruptas da semana passada e depois da declaração de falência, hoje os títulos descem 95% para os 18 cêntimos de dólar.
O Lehman apresentou perdas de $6.5 biliões de dólares desde o início do ano quando em igual período do ano passado os ganhos chegavam aos $887 milhões de dólares.
Em meados de Agostos todos os principais bancos de investimento reviam em baixa as suas previsões para os resultados do Lehman Brothers. A Standard & Poor's manteve a sua recomendação de "Manter" para as acções do banco.
Em 28 de Agosto a Keefe, Bruyette & Woods Inc. reviu em baixa a sua avaliação para as acções da Lehman Brothers de 33 para 20 dólares, numa altura em que as acções cotavam nos 14 dólares.
A próxima vítima da crise de crédito americana pode ser o gigante segurador American International Group. Segundo o site Portfolio, esta companhia pediu recentemente um financiamento de curto prazo à Reserva Federal Americana no montante de 40 biliões de dólares. Os prejuízos este ano alcançaram os 13 biliões de dólares nos primeiros 6 meses do ano. As acções num ano já perderam em bolsa 90% do seu valor.
Dinheiro mais barato nos EUA
Segundo a Bloomberg, após os ultimos acontecimentos (falência da Lehman Brothers) a Reserva Federal (Fed) norte-americana poderá baixar já amanhã a taxa de juro dos 2% para os 1,75%. A probabilidade do dinheiro ficar amanhã "mais barato" é agora de 86%.
quinta-feira, 17 de julho de 2008
FED não sobe juros
Os operadores dos contratos de futuros dizem ser de 93% a probabilidade do FED não aumentar as taxas de juro (actualmente 2%) na próxima reunião de 5 de Agosto.
sexta-feira, 20 de junho de 2008
Previsões catastróficas
O Royak Bank of Scotland avisou ontem os seus clientes para a eminência de um crash global nos mercados de acções e de crédito que deverá ocorrer durante os próximos três meses.
Um dos estrategas do banco aconselha a todos se preparem pois aproximam-se tempos muito difíceis.
Poderá assistir-se ainda a um rally, provavelmente em Julho, mas em Setembro o Dow Jones poderá já estar a perder até 1050 pontos, com efeitos devastadores sobre a Europa e os mercados emergentes.
Neste momento assiste-se a um efeito irónico na economia porque é precisamente o crescimento económico de alguns países, principalmente os asiáticos, que está a catapultar os níveis de inflação e irá despoletar a crise anunciada. Menos crescimento precisa-se!
Ainda para o Royak Bank of Scotland, o FED está actualmente a funcionar em modo “Pânico”, obcecado com os preços da energia, menosprezando os efeitos da inflação. Este banco prevê grandes descidas no preço do petróleo durante o próximo ano.
Diferença entre taxas de juro perigosa
O Morgan Stanley acredita que a diferença de taxas de juro entre o FED e o BCE poderá ter graves consequências no sistema financeiro global, provocando uma crise monetária na Europa.
Nas palavras do Morgan Stanley, a anunciada subida para Julho das taxas de juro europeias poderá ter um “efeito catastrófico”.
quinta-feira, 15 de maio de 2008
O regresso do dólar
Segundo um analista contactado pela Bloomberg, o mínimo histórico do dólar face ao euro não vai ser repetido. Segundo este especialista, o mercado já começa a descontar a percepção de que a economia americana está a aproximar-se do fundo e com a FED a sinalizar o fim das descidas das taxas de juro, irá assistir-se a uma recuperação do dólar.
Melhoria nos mercados
Ben S. Bernanke, o presidente da Reserva Federal declarou hoje que a turbulência nos mercados está a passar.
quarta-feira, 30 de abril de 2008
Boa altura para comprar acções
Sempre que se verificaram ciclos de descida nas taxas de juro decretados pelo FED, a bolsa subiu em média 12,1% após o ultimo corte. Com o fim à vista do actual ciclo de cortes (com a taxa nos 2%, prevê-se ainda uma descida de mais 25 pontos base), o JPMorgan acredita ser portanto uma boa altura para investir em acções. A reforçar esta ideia está também o facto de, nos períodos eleitorais norte-americanos, tradicionalmente as bolsas subirem. Também se tem verificado que durante os mandatos de presidentes democratas, a bolsa apresenta uma melhor performance.
quarta-feira, 23 de abril de 2008
Euro sempre a subir
O ABN Amro considera que não se pode excluir a possibilidade do euro chegar aos 1,70 dólares. A actual diferença nas taxas de juro de 2% entre a Europa e os EUA, que poderá ainda acentuar-se ainda mais com uma nova descida a decretar pelo FED, está a contribuir para a canalização de investimento para a Europa, ajudando à valorização da moeda única.
O euro negoceia hoje nos 1,60 usd.



